terça-feira, 30 de julho de 2013
O melhor programa do momento / Epidemia 87
Ola galera... espero que estejam todos bem!!! O post de hoje é para divulgar um dos programas mais ouvidos no horário aqui em nossa região. Se você gosta de ouvir boa música em um bom programa de rádio acessem e curtam o melhor da música nacional e internacional na FM Humaitá 87,9 Senador Pompeu - Ceará Programa Epidemia 87.... Vale a pena conferir!!! Muito bom!!!
Desejo aos meus leitores e visitantes uma ótima tarde de terça-feira. Tudo de bom! Forte abraço! Até a próxima!!!
Para conhecerem toda a nossa Programação, a Equipe ou para Anunciar clique em FM Humaitá 87,9
Epidemia 87 Segunda a Sexta de 13:00 ás 16:00
Apresentação Aline Gurgel
É um programa voltado para o publico jovem e a alegria das suas tardes está garantida.
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| Aline Gurgel Gerente Administrativa e Locutora (Foto - Arquivo Pessoal) |
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Entrevista com a escritora brasileira Erica Azevedo
Depois de algum tempo sem atualizar esse meu espaço de comunicação e trabalho retomo ao mesmo e tentarei postar com maior frequência. Pois tenho o maior carinho e respeito com meus visitantes e leitores.
Fiquei esse tempo sem atualizá-lo por is estava resolvendo problemas pessoais. Justificativas a parte, hoje trago para vocês amigos leitores a tão esperada entrevista com a Escritora Brasileira Erica Azevedo.
Ela que é autora do PLUVIA lançado recentemente em São Paulo. Desde já muito obrigado pela compreensão e vamos a entrevista. Entrevista essa que a meu ver ficou muito boa. Espero que gostem, a Erica é um amor de pessoa.
Entrevistando Erica Azevedo, autora de Pluvia.
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| Erica Azevedo (Foto: Arquivo Pessoal) |
Gerson Alan - Primeiramente, conte aos nossos leitores, sobre sua história, a trajetória de sua carreira. De onde nasceu essa vontade de escrever?
Erica Azevedo -Nasci e cresci em São Paulo e adoro a minha cidade. Peguei uma época em que as crianças brincavam na rua ou inventavam histórias para suas bonecas. Encontrei a literatura na adolescencia e posso dizer que a série Harry Potter transformou a minha vida de forma significativa. Devorei tantos livros quanto pude e até costumava frequentar uma biblioteca pública, pois meus pais não tinham condições de comprar livros para mim. Comecei a escrever aos quatorze anos, quanto escrevi um roteiro de um filme e em um momento em que eu estava fascinada pela sétima arte. Nos anos subsequentes eu desisti de fazer cinema, mas a escrita permaneceu em mim. Ela é o meu refúgio, a minha valvula de escape para quando as coisas sufocam demais.
Gerson Alan - O que levou você a escrever seu primeiro livro? O Pluvia é seu primeiro livro?
Erica Azevedo - Pluvia é o meu primeiro livro. Ele nasceu de uma necessidade de criar histórias. Desde que comecei a escrever, eu não tinha trabalhado em algo mais concreto. Durante muito tempo me dediquei a pequenos textos reflexivos, mas nunca me voltei para um enredo mais complexo. Algumas amigas, percebendo que eu tinha certa facilidade para trasmitir as ideias para o papel, me desafiaram a escrever uma fanfic. Eu aceitei e, depois dessa experiência, comecei a trabalhar em outras histórias. Pluvia é o reflexo de um desejo em conhecer outros mundos. O quão mágico seria a chuva nos levar para outro lugar?
Gerson Alan - Com
o livro pronto, saído do forno, foi difícil encontrar
editora?
Erica Azevedo - Por muito tempo eu não tive pretensões de enviar o livro para uma editora. Não confiava no potencial da obra e, sempre que era questionada a respeito, entrava em revisões e mais revisões. Eu queria preparar a obra para os leitores, queria que eles tivessem algo bom de se apreciar. Essa insegurança fez parte da minha vida por muito tempo e eu só fui ter coragem de enfrentar mais esse desafio quando, durante o meu intercambio, alguns amigos fizeram uma campanha de incentivo. Todos os dias eles me perguntavam se eu já tinha enviado o livro para uma editora, até que enfim eu o fiz.
Gerson Alan - Como
você recebe as críticas sobre seu trabalho?
Gerson Alan - Defina
Pluvia em poucas palavras.
Gerson Alan - Você já tem ou pensa em outros projetos para o futuro?
Gerson Alan - Quais
suas maiores inspirações?
Gerson Alan - Está
lendo algum livro? Partilhe conosco.
Gerson Alan - Quais os gêneros literários que você aprecia? Indique-nos
alguns.
Gerson Alan - Para você, qual é a melhor coisa em ser escritora? Qual o
sentimento?
Erica Azevedo - É poder compartilhar meu mundo com os outros. Fazer com que, através de algumas páginas, o leitor seja transportado para um mundo onde seus problemas são esquecidos. É sentir que, nem que por alguns minutos, eu melhorei o dia de alguém. A literatura é mágica demais e a coisa mais gratificante que eu poderia escutar seria que o meu livro conseguiu, de alguma forma, fazer com que uma pessoa refletisse sobre algo.
Gerson Alan - O que você acha das parcerias com blogs? Ajuda ou atrapalha?
Erica Azevedo - Eu tive a oportunidade de fazer parceria com blogs maravilhosos que têm me ajudado muito na divulgação do meu trabalho. Acredito que seja uma forma incrível de aproximação do leitor com o autor e que o benefício seja mútuo.
Ping Pong em uma palavra...
Deus Tudo
Familia Primordial
Amigos Companheirismo
Musica Inspiração
Livros Vida
Pluvia Realização
Ser feliz é... Saber amar e respeitar.
Um sonho Acabar com tudo que há de errado no meu país.
Erica Azevedo Abstração
Gerson Alan - Para finalizar. Deixe uma mensagem para os leitores do De tudo e um pouco.
Erica Azevedo -
Devore livros! Devore e seja devorado. Quanto mais melhor. Sinta, chore, ria, apegue-se... Viver nas histórias não é um mal, mas uma oportunidade de crescimento. Aprenda com seus personagens, absorva seu poder transformador e transmita sua magia para os outros.
A você Erica desejo-lhe muito sucesso e que Pluvia seja o primeiro de muitos bons trabalhos que você possa nos presentear. Muito obrigado pelo carinho e pela disponibilidade de tempo para a realização dessa entrevista para o meu blog.
Devore livros! Devore e seja devorado. Quanto mais melhor. Sinta, chore, ria, apegue-se... Viver nas histórias não é um mal, mas uma oportunidade de crescimento. Aprenda com seus personagens, absorva seu poder transformador e transmita sua magia para os outros.
A você Erica desejo-lhe muito sucesso e que Pluvia seja o primeiro de muitos bons trabalhos que você possa nos presentear. Muito obrigado pelo carinho e pela disponibilidade de tempo para a realização dessa entrevista para o meu blog.
A vocês leitores e visitantes, quero desejar uma excelente semana. Tudo de bom! Forte abraço!!!
Em breve resenha do Pluvia... Aguardem!!!
Até a próxima!!!
Espero que tenham gostado. Tenham a certeza que esse trabalho foi realizado com carinho e dedicação especialmente para vocês. Nossa razão maior!!! A vocês o meu muito obrigado pelo carinho!!!
Gerson Alan
Para ler e pensar... "Nunca desanime, não perca a confiança, tenha esperança.
A realidade mudará. Pratique o bem, não se acostume com o mal."
(Papa Francisco JMJ Rio 2013)
Para ler e pensar... "Nunca desanime, não perca a confiança, tenha esperança.
A realidade mudará. Pratique o bem, não se acostume com o mal."
(Papa Francisco JMJ Rio 2013)
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| Imagem Divulgação |
Confiram o primeiro capítulo de Pluvia clicando Aqui
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Basta-te a minha graça
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Padre Fabrício
Foto: Natalino Ueda/cancaonova.com
|
Mas São Paulo dá seu testemunho de que ele só foi forte, quando se viu fraco, sem forças e permitiu que o Senhor entrasse de uma forma que ele não poderia manifestar qualquer tipo de defesa contra isso.
Sabe quando é que somos fracos? Quando deixamos o medo tomar nosso coração e permitimos que ele tome o local que deveria ser ocupado por Deus. E somos mais fracos ainda quando Deus diz “não”, diante do que pedimos.
Nesse momento, vemos manifestada a soberba, que acredita que Deus deve nos servir e atender todos os novos desejos, assim como filhos mimados que não são capazes de ouvir “não” da boca dos seus pais.
Ou seja, quando pedimos, não estamos pedindo a graça de Deus, mas sim estamos pedindo simplesmente a resolução dos nossos problemas, como se fosse uma fórmula mágica capaz de aliviar todas as dores e dificuldades.
Mas as coisas não param por aí, pois quando pedimos ao Senhor e somos atendidos, não sabemos o momento de parar, e pensamos que basta deseja e pedir, sem pensar nas consequências ou se estamos prontos para isso.
Quando os problemas tiram o nosso sossego, a pronto de nos afastar de Deus, significa que estamos dando maior importância para a tribulação do que para o Senhor. Porque quando temos os olhos fixos em Deus não permitimos que o medo se aloje.
Ser forte na tribulação não é uma teoria, mas sim um desafio para continuar, sem nunca desistir. E é uma força que não vem de você, que não depende do seu preparo, mas é graça de Deus.
Não podemos perder a oportunidade de amar as pessoas que estão ao nosso lado, independente da situação que estivermos enfrentando. É justamente esse amor que se torna sustento para as pessoas que não encontram mais saída.
Aquele que é capaz de se preocupar com o próximo, mesmo diante da tribulação, é aquele que ama o Senhor acima de tudo, e se preocupa com o próximo a ponto de se desalojar.
Ser forte na tribulação é deixar que as pessoas a sua voltam sejam a mão de Deus que te sustenta. É ser humildade ao ponto de se reconhecer pequeno e dependente de Deus. Não tenha vergonha de pedir ajuda, pois é o próprio Deus que estende a mão.
Mas da mesma forma que o Senhor veio em auxílio de São Paulo, Ele também virá até você. Talvez, você diga hoje que já cansou de esperar em Deus, mas Deus não cansou de esperar pela sua confiança n'Ele.
Ou seja, quando pedimos, não estamos pedindo a graça de Deus, mas sim estamos pedindo simplesmente a resolução dos nossos problemas, como se fosse uma fórmula mágica capaz de aliviar todas as dores e dificuldades.
Mas as coisas não param por aí, pois quando pedimos ao Senhor e somos atendidos, não sabemos o momento de parar, e pensamos que basta deseja e pedir, sem pensar nas consequências ou se estamos prontos para isso.
Quando os problemas tiram o nosso sossego, a pronto de nos afastar de Deus, significa que estamos dando maior importância para a tribulação do que para o Senhor. Porque quando temos os olhos fixos em Deus não permitimos que o medo se aloje.
Ser forte na tribulação não é uma teoria, mas sim um desafio para continuar, sem nunca desistir. E é uma força que não vem de você, que não depende do seu preparo, mas é graça de Deus.
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"Ser forte na tribulação não é uma teoria, mas um desafio", diz Padre Fabrício
Foto: Natalino Ueda/cancaonova.com
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Não podemos perder a oportunidade de amar as pessoas que estão ao nosso lado, independente da situação que estivermos enfrentando. É justamente esse amor que se torna sustento para as pessoas que não encontram mais saída.
Aquele que é capaz de se preocupar com o próximo, mesmo diante da tribulação, é aquele que ama o Senhor acima de tudo, e se preocupa com o próximo a ponto de se desalojar.
Ser forte na tribulação é deixar que as pessoas a sua voltam sejam a mão de Deus que te sustenta. É ser humildade ao ponto de se reconhecer pequeno e dependente de Deus. Não tenha vergonha de pedir ajuda, pois é o próprio Deus que estende a mão.
A primeira reação nessas horas é se abater, é murmurar e jogar toda culpa em Deus. A sua tribulação talvez seja uma separação, a perda de um ente querido, o seu filho que está nas drogas, a infidelidade no seu matrimônio ou o cansaço que parece não ter fim.
Mas da mesma forma que o Senhor veio em auxílio de São Paulo, Ele também virá até você. Talvez, você diga hoje que já cansou de esperar em Deus, mas Deus não cansou de esperar pela sua confiança n'Ele.
Volte a depositar sua confiança no Senhor, porque é isso que Ele pede hoje para os corações cansados, que sejamos fracos a ponto de depositar tudo o que temos em somos em seu coloco.
Transcrição e adaptação: Gustavo Souza
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Padre Fabrício
Sacerdote missionário da Comunidade Canção Nova
Transcrição e adaptação: Gustavo Souza
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Padre Fabrício
Sacerdote missionário da Comunidade Canção Nova
Fonte: CançãoNova
Presentei quem você ama com produtos que evangelizam e nos levam ao caminho do bem. CliqueAqui
"O bom é fazer o bem sempre..."
domingo, 16 de junho de 2013
O nariz - Luís Fernando Veríssimo
Todos julgam segundo a aparência, ninguém segundo a essência.
Reflexão da semana...
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| Fonte: Imagens Google |
Era um dentista respeitadíssimo. Com seus quarenta e poucos anos, uma filha quase na faculdade. Um homem sério, sóbrio, sem opiniões surpreendentes, mas de uma solida reputação como profissional e cidadão. Um dia, apareceu em casa com um nariz postiço.
Passado o susto, a mulher e a filha sorriram com fingida tolerância. Era um daqueles narizes de borracha com óculos de aros pretos, sobrancelhas e bigodes que fazem a pessoa ficar parecida com o Groucho Marx. Mas o nosso dentista não estava imitando o Groucho Marx. Sentou-se à mesa de almoço – sempre almoçava em casa – com a retidão costumeira, quieto e algo distraído. Mas com um nariz postiço.
- O que é isso? – perguntou a mulher depois da salada, sorrindo menos.
- Isto o quê?
- Esse nariz.
- Ah, vi numa vitrina, entrei e comprei.
- Logo você, papai...
Depois do almoço ele foi recostar-se no sofá da sala como fazia todos os dias. A mulher impacientou-se.
- Tire esse negócio.
- Por quê?
- Brincadeira tem hora.
- Mas isto não é brincadeira.
- O que é isso? – perguntou a mulher depois da salada, sorrindo menos.
- Esse nariz.
- Ah, vi numa vitrina, entrei e comprei.
- Logo você, papai...
Depois do almoço ele foi recostar-se no sofá da sala como fazia todos os dias. A mulher impacientou-se.
- Tire esse negócio.
- Por quê?
- Brincadeira tem hora.
- Mas isto não é brincadeira.
- Aonde é que você vai?
- Como, aonde é que eu vou? Vou voltar para o consultório.
- Mas com esse nariz?
- Eu não compreendo você – disse ele, olhando-a com censura através dos aros sem lentes. – Se fosse uma gravata nova, você não diria nada. Só por que é um nariz...
- Pense nos vizinhos. Pense nos clientes.
Os clientes, realmente, não compreenderam o nariz de borracha. Deram risadas (“Logo o senhor, doutor...”), fizeram perguntas, mas terminaram a consulta intrigados e saíram do consultório com dúvidas.
- Ele enlouqueceu?
Naquela noite, ele tomou seu chuveiro, como fazia sempre antes de dormir. Depois, vestiu o pijama e o nariz postiço e foi se deitar.
- Você vai usar esse nariz na cama? – perguntou a mulher.
- Vou. Aliás, não vou mais tirar este nariz.
- Mas, por quê?
- Por que não?
Dormiu logo. A mulher passou a metade da noite olhando para o nariz de borracha. De madrugada começou a chorar baixinho. Ele enlouquecera. Era isso. Tudo estava acabado. Uma carreira brilhante, uma reputação, um nome, uma família perfeita, tudo trocado por um nariz postiço.
- Sim, minha filha.
- Podemos conversar?
- Claro que podemos.
- É sobre esse seu nariz...
- O meu nariz, outra vez? Mas vocês só pensam nisso?
- Papai, como é que nós não vamos pensar? De uma hora para outra, um homem como você resolve andar de nariz postiço e não quer que ninguém note?
- O nariz é meu e vou continuar a usar.
- Não tem porque não quer...
- Como é que ela vai sair na rua com um homem de nariz postiço?
- Mas não sou “um homem”. Sou eu. O marido dela. O sei pai. Continuo o mesmo homem. Um nariz de borracha não faz nenhuma diferença.
- Se não fez nenhuma diferença, então por que usar?
- Se não faz diferença, por que não usar?
- Mas, mas...
- Minha filha.
- Minha filha.
- Chega! Não quero mais conversar. Você não é mais meu pai!
Os amigos mais chegados, numa última tentativa de salvar sua reputação, o convenceram a consultar um psiquiatra.
- Estranho é o comportamento dos outros! – disse ele. – Eu continuo o mesmo. Noventa de dois por cento do meu corpo continua o que era antes. Não mudei a maneira de vestir, nem de pensar, nem de me comportar.
Continuo sendo um ótimo dentista, um bom marido, bom pai, contribuinte, sócio do Fluminense, tudo como antes. Mas as pessoas repudiam tudo o resto por causa deste nariz. Um simples nariz de borracha. Que dizer que eu não sou eu, eu sou o meu nariz!?
- É... – disse o psiquiatra. – Talvez você tenha razão...
O que é que você acha, leitor? Ele tem razão? Seja como for não se entregou. Continua a usar nariz postiço. Porque agora não é mais uma questão de nariz. Agora é uma questão de princípios.
"Resisti às primeiras aparências
- É... – disse o psiquiatra. – Talvez você tenha razão...
e nunca vos apresseis em julgar; levai em conta
que há coisas verosímeis que não são verdadeiras
e que há coisas verdadeiras que não são verosímeis."
Desejo a todos uma excelente semana! Tudo de bom em nossa semana!
Nunca esqueçam... Jamais Julgar pela aparência...
Abraços!!!
Veja também: De Tudo E Um Pouco Vale a pena conferir. Muito bom! Clique Aqui
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Livro: Construindo a Felicidade / Pe. Adriano zandoná
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| Imagem Divulgação |
Todos queremos ser felizes. Mas, afinal, o que é a felicidade?
Nesta obra, Pe. Adriano Zandoná lhe auxiliará a descobrir muitos dos elementos necessários para construir a felicidade em sua história. A cada capítulo, um novo tijolo será colocado nessa grande construção.
Sem demagogias ou respostas prontas, você será levado a refletir e assim encontrar algumas boas respostas para melhor administrar sua existência, com mais realização e felicidade. A alegria não é permanente e alguns dias certamente nos parecerão mais nublados, mas a felicidade é algo que vem de dentro e não se abala por realidades exteriores.
Não fique preso ao que é passageiro... Aprenda a voar mais alto!
Sobre o Autor
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| Pe. Adriano Zandoná Fonte: Imagens Google |
Vilmar Adriano Zandoná é padre da Comunidade Canção Nova, com incardinação canônica na Diocese de Lorena (SP). Nasceu em São Paulo (SP) e com dois anos mudou-se para Londrina (PR). Ingressou na Canção Nova em 2004 e em 2005 iniciou seus estudos no seminário. É formado em filosofia e teologia, e exerce atualmente a função de Formador Geral da Canção Nova em São Paulo (SP). Celebra missas e faz palestras em acampamentos e retiros, e todos os meses celebra a missa na Vigília Clamando por Milagres, na capital paulista. É articulista do site CançãoNova. e apresenta o programa “Construindo a Felicidade” pela Rádio América (AM 1.410) em São Paulo (SP).
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Você poderá adquirir esse e outros na Loja Canção Nova.
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Confira um trecho do livro clicando Aqui
Desejo a todos uma excelente semana!
Tudo de bom! Abraços!
Gerson Alan
terça-feira, 4 de junho de 2013
Construir a corrente do bem - Padre Fábio de Melo
Nós já estaríamos com todos os problemas resolvidos. "Traga para o meio" que vemos hoje no Evangelho é o discurso da inserção. Jesus não admite que alguém possa ficar jogado do lado de fora.
Antes enfermidade era sinal de que pessoa não tinha predileção por Deus. Jesus insere quem está do lado de fora. Faz o bem independente de ser sábado, domingo... A Eucaristia é um acontecimento no tempo, do que no tempo não cabe. É um acontecimento tão lindo que não coube no tempo e esparramou-se na história. Na poesia, chamaríamos de "acontecências". O bem que você realiza não cabe no tempo. Quando você se recorda do bem que fez, seu coração se enche de gratidão, é como se aquele acontecimento acontecesse de novo. É a grande ousadia que o Cristianismo nos empresta. Faça este tempo já ser eterno. Faça a dinâmica da eternidade valer agora.
Eu e você somos convidados a fazer a dinâmica do Evangelho, trazer para dentro o que está jogado para fora. Para que você paga seus impostos, anda em dia com suas dívidas? Por que é obrigado? Muitas vezes não vemos ser aplicado o dinheiro que a gente pagou. Que país é esse que não traz para o meio aquele que não pode, não sabe, não tem?
Lamentavelmente se precisamos ter saúde, segurança, precisamos pagar. Nosso país não cuida como precisaria cuidar dos seus. É falta de vergonha na cara de quem tem o governo nas mãos. Quando vamos em outros países o dinheiro das pessoas ser bem aplicado. Você pode sair à noite sem medo de ser assaltado, sequestrado... Essa é a conversão que o Brasil precisa viver. Não podemos continuar achando que chegamos ao destino final.
Não sei se você acompanhou movimento que teve para tirar figuras religiosas das repartições públicas. O que quadro do sagrado Coração de Jesus pode fazer mal a uma repartição pública? Será que com quadros eles recordam um valor que não querem mais viver? Este país não vai ficar melhor no dia em que tirarmos, mas, no dia em que os governantes tiverem caráter, agirem de maneira correta.
Ontem eu dava exemplo de Dom Hélder Câmara, que trazia para o meio aqueles que não tinham vez. Muito mais do que ficar preocupados com a religião que cada um tem, precisamos nos preocupar com caráter que cada um tem.
É o deputado que você elegeu que pode assinar leis contrárias ao Evangelho. Se essas mentes diabólicas são capazes de tramar estas coisas, são capazes de tramar coisais piores. Não podemos ficar fazendo política, mas, temos que ficar de olho na política. Eles são nossos empregados, trabalham para nós.
Não é fácil a vida de um assalariado. Nosso povo sofre, não tem transporte digno! O Brasil precisa mudar. Existem muitas coisas boas sendo feitas pelo país afora, mas, existe muita porcalhada embaixo do tapete. Proclamar a independência é reassumir a cidadania. "Eu te elegi e não vou tirar olhos de você".
"A política é uma das formas mais elaboradas de caridade", dizia Santo Agostinho. Aquele que tem poder usa para quem não tem e distribui aquilo que é direito. Queremos nosso direito de cidadão. É vida que você merece viver bem. Não há cristianismo sem comprometimento.
Quando você fica indiferente, se fecha na sua história. Nunca diga que você não tem nada com isso. Pode respingar em você! Aquilo que não dá certo na casa do outro pode repercutir na sua vida. Nós estamos interligados mesmo sem saber porque. Pessoa que passou pela sua vida pode ter influência sobre você. Pode ser que mais cedo ou mais tarde você precise daquela pessoa. Estamos interligados e não podemos nos esquecer do nosso compromisso com a bondade. Jesus enquanto pôde fez o bem.
De alguma maneira alguém bate à porta da nossa vida, da nossa história. Nós não sabemos o dia de amanhã, então só nos resta viver bem o dia de hoje, construir pontes ao invés de barricadas. Passe pela vida do outro de um jeito certo. Às vezes temos somente uma oportunidade de passar por uma pessoa. Ela pode até não saber quem eu sou, mas, eu sei.
Não podemos viver pelo outro, mas a parte que podemos fazer não podemos abrir mão. Tenho pedido a Deus a graça de amadurecer para perceber o que eu posso fazer pelo outro.
Preste atenção nesta frase de um poeta: "Estamos todos na lama, mas, alguns de nós resolvemos olhar para as estrelas". São estes que mudam o mundo, que fazem as coisas acontecerem. Estas pessoas completam sacrifício de Jesus na carne. Chega de contendas. Já tem guerra demais neste mundo.
Precisamos lutar pela paz, pela harmonia... acender luz para quem não tem... Proclame a independência! Assim como os santos da Igreja, os santos dos nossos dias. È isso que precisamos. Independência de hoje depende de nós. Precisamos ter fé, acreditar que pode ser diferente. Cristão que é cristão não fica parado, fica na direção do futuro.
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- Educador Social "Eu sou de uma terra que o povo padece, mas não esmorece e procura vencer. Da terra querida, que a linda cabocla de riso na boca zomba no sofrer. Não nego meu sangue, não nego meu nome. Olho para a fome, pergunto o que há? Eu sou brasileiro, filho do Nordeste, sou cabra da peste, sou do Ceará." (Patativa do Assaré)
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