terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Publicação do livro: A Mulher de Um Homem Só



Quando a gente tem um sonho, a gente corre atrás pra que dê certo né? Pois é! Por isso a autora Tamires Barayner Falcão conta com a ajuda de vocês pra realizar esse sonho de ter o seu livro publicado. Ela dedicou-se tanto a história, as personagens à trama toda. É uma história que só lendo pra entender essa paixão! Obrigado quem já apoiou e quem está dando essa força, que é primordial.

 O projeto
O dinheiro arrecadado nesse financiamento coletivo será destinado à publicação do livro físico " A Mulher de um Homem Só" - escrito por Tamires Brayner Falcão, pela Editora Buqui, com 50 exemplares no total. Você não estará apenas ajudando a publicar um romance, mas um sonho de uma jovem autora a se iniciar no campo da literatura.
Orçamento
O valor total será destinado à publicação do livro físico " A Mulher de um Homem Só".
O livro está em financiamento coletivo nesse link: Click  Aqui

Imagem Divulgação
O livro conta a história de um homem cuja vida monótona se transforma quando finalmente encontrou seu grande amor, mas ela também se torna sua maior ruína e transforma sua realidade chata e pacata num caos urbano cercado de sonhos, fantasias e viagens sinestésicas. Entre na pele do protagonista de "A Mulher de um homem Só" e entenda porque alguns amores podem ser impossíveis.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Entrevistando A Escritora Brasileira Giovanna Olivetti



Entrevistando Giovanna Olivetti, autora do Livro Desencontros.



GERSON ALAN - Primeiramente, conte aos nossos leitores, sobre sua história, a trajetória de sua carreira. De onde nasceu essa vontade de escrever?

Giovanna Olivetti - Bom, desde mais nova gosto muito de ler e escrever, minha primeira escola e minha família sempre incentivaram a literatura e acho que isso foi apenas crescendo com o passar dos anos.


     GERSON ALAN - Como você virou uma escritora? 

Giovanna Olivetti -  Nunca pensei seriamente em escrever um livro, mas uma vez surgiu a oportunidade de escrever um conto para uma antologia com outros autores, a ideia não deu muito certo mas acabou me inspirando à enviar para outras editoras, a ideia de publicar um livro só meu surgiu de uma sugestão da Novo Século.

GERSON ALAN - O que levou você a escrever seu primeiro livro? Desencontros é o seu primeiro livro?

Giovanna Olivetti -  Sim, Desencontros é meu primeiro livro e na verdade ele não foi programado, a ideia era de um conto apenas mas outras oportunidades surgiram.

GERSPM ALAN - Com o livro pronto, saído do forno, foi difícil encontrar editora?

Giovanna Olivetti -  Na verdade procurei várias editoras para saber se lançavam antologias com diversos autores, a sugestão de fazer um livro só meu surgiu da Novo Século, que tinha muitas ideias parecidas com as minhas.


GERSON ALAN -  Qual a sua maior dificuldade que você encontrou para dar o   ponta pé inicial em sua carreira literária?

Giovanna Olivetti -  Para um autor que está iniciando a carreira a maior dificuldade é sempre se inserir no mercado.

GERSON ALAN - Como você recebe as críticas sobre seu trabalho?

Giovanna Olivetti - Acho as críticas muito positivas quando vem com sugestões ou quando o leitor explica o que não gostou no livro, ajuda muito pois o autor tem ideia do público e muitas vezes nota coisas na obra que não tinha pensado antes.

GERSON ALAN - Defina o Desencontros em poucas palavras

Giovanna Olivetti -  Bom, Desencontros é um leitura suave e rápida, para ler em um dia de chuva ou em momentos para relaxar, são contos e crônicas sobre o dia a dia para distrair um pouco os leitores e fazer com que eles criem outras histórias

GERSON ALAN - Você já tem ou pensa em outros projetos para o futuro?

Giovanna Olivetti -  No momento estou estudando então dei um tempo na escrita e em novos projetos, mas escrevo algumas resenhas e indicações para o blog Pop Two.

GERSON ALAN - Quais suas maiores inspirações?

Giovanna Olivetti -  Bom, minhas maiores inspirações são bem citadas no livro por sinal, Rubem Alves, Drummond, Machado de Assis e Sebastião Salgado.

GERSON ALAN - Está lendo algum livro? Partilhe conosco.

Giovanna Olivetti -  No momento estou relendo um clássico brasileiro: Macunaíma. Muito interessante por sinal.

GERSON ALAN - Quais os gêneros literários que você aprecia? Indique-nos alguns.

Giovanna Olivetti -  Ah eu leio de tudo, desde Harry Potter até Lispector, gosto muito de variar entre os gêneros literários para poder formar melhores opiniões.

GERSON ALAN - Para você, qual é a melhor coisa em ser escritora? Qual o sentimento?

Giovanna Olivetti -  Acho que o principal é ver a reação dos leitores, é muito gratificante ver quando alguém se interessa pela leitura do seu livro e quer compartilhar isso com você.

GERSON ALAN - O que você acha das parcerias com blogs? Ajuda ou atrapalha?

Giovanna Olivetti -  Gosto bastante de blogs literários, é sempre mais uma maneira de divulgar o trabalho, infelizmente alguns não cumprem com os combinados mas são uma minoria.

GERSON ALAN - Você tem muitos projetos na cabeça? Quer falar sobre algum deles? 

Giovanna Olivetti -  No momento não, estou mais focada em estudar e participar do Pop Two.

GERSON ALAN - Que autores você gosta de ler para se inspirar? 

Giovanna Olivetti -  Bom, o que mais leio quando busco inspiração é Drummond, suas poesias são críticas e diversas.

GERSON ALAN - O que gosta de fazer nas horas de lazer? 

Giovanna Olivetti -  Eu gosto bastante de assistir séries e filmes para distrair.


    GERSON ALAN - Ping  Pong em uma palavra...

Deus -  Não acredito
Família - Fundamental
Amigos - Experiências
Musica - Inspiração
Livros - Prazer
Ser feliz é… - Aproveitar
Um sonho. - Viajar
Giovanna Olivetti - Sonhadora

GERSON ALAN - Para finalizar. Deixe uma mensagem para os leitores do Mundo Possível, Sonhos Possíveis.

Giovanna Olivetti -  Espero que tenham gostado da entrevista, a oportunidade de participar foi super bacana! Beijos.

Sobre a Autora

Giovanna Olivetti
Foto - Aequivo Pessoal

Natural de Santos - SP é apaixonada por palavras, viagens e experiências. Tenta capturar alguns momentos através da fotografia e escrita. Colunista no Pop Two e louca por ouvir histórias!





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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Entrevistando a escritora brasileira Dirlene Rezende


Entrevistando Dirlene Rezende, autora do Livro Nefilins Deuses.



Gerson Alan - Primeiramente, conte aos nossos leitores, sobre sua história, a trajetória de sua carreira. De onde nasceu essa vontade de escrever?


Dirlene Rezende - Minha história com a escrita ainda é muito nova, estou trilhando a pouco por esse caminho, sempre gostei muito de ler e eu sempre quis contar as histórias que eu imaginava um dia resolvi expor e aqui chegamos.

Gerson Alan - O que levou você a escrever seu primeiro livro? O Nefilins Deuses é seu primeiro livro?

Dirlene Rezende - Eu uma apaixonada por mitologia, magia e teorias conspiratórias tipo Matrix. Sempre li muito sobre esses assuntos e nunca achei uma história que abordasse o tema como eu procurava, confesso que escrevi para mim mesma para suprir esse vazio, já estou no segundo livro que é uma sequencia do primeiro.

Gerson Alan - Com o livro pronto, saído do forno, foi difícil encontrar editora?

Dirlene Rezende - Na verdade ele já saiu por uma editora, não o publiquei antes.

Gerson Alan - Como você recebe as críticas sobre seu trabalho?

Dirlene Rezende - No começo eu ficava nervosa seja positiva ou negativa, agora não mais, o que é vindo de boa fé eu procuro analisar o que sei que é dispensável filtro e transformo em combustível para avançar mais.

Gerson Alan - Defina o Nefilins Deuses em poucas palavras.

Dirlene Rezende - A jornada do herói, heroína, com muita magia e mitologia, mas ao contrário do que parece não são anjos.

Gerson Alan - Você já tem ou pensa em outros projetos para o futuro?

Dirlene Rezende - Penso sim, na verdade já estou trabalhando nele.

Gerson Alan - Quais suas maiores inspirações?

Dirlene Rezende - Minhas maiores inspirações são música e as estrelas, sou uma apaixonada por elas, tanto que meu livro traz muito disso.

Gerson Alan - Está lendo algum livro? Partilhe conosco.

Dirlene Rezende - O Homem que calculava, estou no início e gostando muito.

Gerson Alan - Quais os gêneros literários que você aprecia? Indique-nos alguns.

Dirlene Rezende - Gosto muito de livros científicos, de ficção também. Yargo da Jacqueline      Susann, Universo numa casca de noz. O contato do Carl Sagan.

Gerson Alan - Para você, qual é a melhor coisa em ser escritora? Qual o sentimento?

Dirlene Rezende - Para mim é tirar as histórias da minha mente e transporta-las para o papel. Eu amo muito fazer isso.

Gerson Alan - O que você acha das parcerias com blogs? Ajuda ou atrapalha?

Dirlene Rezende - Eu gosto, não vejo problema nenhum.

Ping Pong em uma palavra...

Deus – Energia que habita tudo. Universo.
Família – Amor
Amigos – Poucos e maravilhosos.
Musica – Rock
Livros - parceiros
Nefilins Deuses - realização
Ser feliz é... – aproveitar bons momentos.
Um sonho – pilotar uma Harley
Dirlene Rezende – guerreira.

Gerson Alan - Para finalizar, Deixe uma mensagem para os leitores do Mundo Possível, Sonhos Possíveis.
Dirlene Rezende - Sempre acreditei que devemos lutar com as armas que nos são dadas e que cada pedra que encontramos serve para construção de algo grandioso. 



Sobre a Autora


Dirlene Rezende
Foto: Arquivo Pessoal

Nasceu em Araxá, Minas Gerais, e no ano de 2003 veio morar em Curitiba, capital Paranaense.

Desde criança sempre despertou interesse pela leitura e escrita, e hoje em dia é o que lhe permite viajar entre os vários mundos que criava em sua cabeça desde pequena.
Atualmente está cursando Engenharia de Produção, e entre provas e trabalhos, consegue fazer o que é mais prazeroso: ler e escrever.

Sempre que possível viaja ao interior de são Paulo para praticar astronomia amadora que é o seu hooby. Além disso, tem um lado místico e espiritual aguçado. Sempre gostou de investigar o oculto, o místico, o sobrenatural.

Encontrou também na musica sua inspiração. Rockeira e fã apaixonada dos Scorpions, diz que as músicas da banda sempre dão pano de fundo para a criação de suas novas histórias.

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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

PROJETO POESIA TODO DIA


De 11/10 até 25/10 a escritora Juliana Aguiar estará recebendo via inbox em sua página poesias e frases curtas que serão publicadas aqui na página mediante o desejo do autor. Todas estas, no ato do envio, estarão concorrendo a alguns brindezinhos surpresa, caso o remetente adquira comigo um exemplar do meu livro Contrariemos os Desencontros.
Então, mãos à obra, e deixemos as palavras fluírem. 
Dependendo do alcance desse projeto, será pensado o sorteio de alguns desses brindes aos participantes que não adquirirem o livro.
Curta a página e mandem seus trabalhos clicando Aqui
Imagem - Divulgação
domingo, 11 de setembro de 2016

Lembranças de um tempo inesquecível (Daíse Lima em Crônicas)



Em uma das casas que eu morei quando criança, o quintal era enorme. Tinham pés de manga, de jabuticaba, de uva, de limão, de laranja, algumas cenourinhas, verduras, temperos, flores... Nessa casa eu morava com os meus pais, minha irmã do meio (que na época era a caçula porque a caçula ainda não tinha nascido), duas tias e a minha vó. Acho que a casa era a grande. Vou confirmar com os meus pais, porque na minha memória era grande sim. Quando a gente é criança tudo é grande! Mas, me lembro de que além dos muitos passarinhos que vinham nos visitar por causa das árvores desse grande lugar, lá também tinham várias borboletas. De todos os tamanhos e cores. Era bonito de se ver. E penso agora com saudades, mas acho que quando eu era criança existiam mais borboletas! Lembro-me de ver a vó ou a mãe colhendo frutas ou temperos e as borboletas fazendo em volta sua dança colorida!

Eu adorava as borboletas! Mas, o que eu gostava mesmo, era quando a vó pegava uma delas, geralmente as maiores, amarrava uma linha de costura em seu corpinho frágil e me dava para brincar e sempre falava sorrindo: "cuidado para ela não te levar embora, menina." E eu saía soltando borboletas coloridas pelo quintal como se fossem pipas. À princípio elas batiam as asas com força, tentando sair livre pelo céu, mas eu as tinha presas por aquela linha fina e elas não conseguiam ir muito longe. 
Essa era a melhor parte da brincadeira. Mas, depois elas ficavam cansadas. E já não voavam tão alto. E já não batiam mais as asas com forças. Essa era a hora que eu ia até a vó e a vó cortava a linha. Às vezes, de tão cansadas que estavam não voavam mais. Às vezes, morriam. Eu ficava triste, mas no dia seguinte, ganhava da vó outra borboleta para brincar no imenso quintal de terra.

Numa manhã ensolarada, mais uma vez, eu tinha ganhado da vó uma borboleta imensa. Essa eu lembro que era grande mesmo, cheia de cores. Dessa eu fiquei até com medo de ela me levar embora. Sair voando comigo pelo quintal, pela rua, pela cidade... E eu ficava imaginando a inveja que as outras crianças iriam sentir de mim quando me vissem voando por aí. Saí correndo feliz pelo quintal controlando o vôo dela para não se enroscar em algum galho de árvore, quando a minha mãe que pendurava roupas me olhou e disse algo que eu nunca mais esqueci: "Daíse, borboletas não foram feitas para isso. Borboletas não nasceram para voarem presas. Isso machuca a bichinha. Isso dói."

Nunca tinha me passado pela cabeça que eu estivesse machucando as borboletas. Nunca tinha me passado pela cabeça que borboletas haviam sido feitas para voarem livres. Nunca tinha me passado pela cabeça que só eu ficava feliz com a brincadeira que no fim resultava em algum machucado ou na morte de algumas delas. 
Chamei a vó que costurava na sala e disse que não queria brincar mais, que ela poderia cortar a linha. Ela cortou. E a borboleta saiu voando feliz e pousou no pé de manga.

Nunca mais eu brinquei assim com as borboletas. 
E nessa tarde de domingo, depois de uma gostosa soneca, lembrei desse episódio e me fiz a pergunta: não é assim também com o amor?
(Daíse Lima)

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Educador Social "Eu sou de uma terra que o povo padece, mas não esmorece e procura vencer. Da terra querida, que a linda cabocla de riso na boca zomba no sofrer. Não nego meu sangue, não nego meu nome. Olho para a fome, pergunto o que há? Eu sou brasileiro, filho do Nordeste, sou cabra da peste, sou do Ceará." (Patativa do Assaré)

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